Moçambique: 32ª Cimeira dos Chefes de Estado e do Governo da SADC
Maputo – O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, assumiu, esta sexta-feira, 17 de Agosto, a Presidência rotativa dos Países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, (SADC), sucedendo a Angola.
No acto de encerramento da 32ª Cimeira dos Chefes de Estado e do Governo da SADC, Armando Guebuza, Presidente da SADC, destacou as decisões que a organização tomou, nomeadamente o plano director de infra-estruturas e o Fundo de Desenvolvimento da SADC.
«Hoje, mais do que nunca, fica claro que é na construção desse futuro comum, e na contínua convergência das nossas sinergias que devemos continuar a dar expressão e substância à integração regional, alicerçada na coordenação, unidade e coesão em torno dos objectivos comuns e dos ideais dos libertadores da nossa região», afirmou Guebuza.
A Cimeira, segundo Armando Guebuza, foi para todos mais uma oportunidade de reafirmação, determinação e comprometimento com a agenda da organização.
O Presidente da SADC reafirmou o seu compromisso em continuar a consolidar a imagem da região como símbolo da paz, segurança e estabilidade.
A liderança pretende continuar a promover a interacção e a solidariedade entre os povos, a construir uma SADC que eleve continuamente os seus níveis de desempenho e de respeito no firmamento político e diplomático do continente e do mundo.
«Queremos uma SADC com um crescente papel nas questões de paz, segurança e desenvolvimento mundiais», declarou Guebuza.
A cimeira dos Chefes de Estados e dos Governos da SADC decorreu sob o lema «corredores de desenvolvimento, veículos para a integração regional. Reafirmamos o nosso compromisso colectivo e regional de explorar todas as oportunidades para melhorar as condições de vida dos nossos povos».
Os países membros querem intensificar acções para facilitar a livre circulação de pessoas e bens nas fronteiras.
Armando Guebuza dedicou dois parágrafos do seu discurso ao processo eleitoral em Angola. Encorajou as forças políticas intervenientes, naquele processo a manterem o compromisso na edificação de uma democracia participativa e de elevação do sentido de cidadania entre os angolanos.
(c) PNN Portuguese News Network
2012-08-20 10:53:14
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